Comprar ou alugar tablets: qual vale mais a pena?

Quando o time decide colocar tablets em campo, a primeira pergunta aparece rápido: comprar ou alugar tablets? A resposta muda conforme o uso, o tempo do projeto, o orçamento e a estrutura de TI.
Este guia foi escrito para ajudar empresas a comparar com calma, entender o custo total de propriedade (TCO), enxergar riscos e oportunidades e, no fim, decidir com segurança.
- O ponto de partida: qual é o seu cenário hoje
- Comprar x alugar tablets: quadro mental para decidir
- TCO: o custo total que decide o jogo
- Padronização, MDM e segurança: onde a locação brilha
- Logística, manutenção e SLA
- Sazonalidade: o caso clássico de alugar tablets
- Longo prazo: quando a compra ainda é boa
- Acessórios e conectividade: parte da conta, não detalhe
- Padronização por perfil: TI agradece
- Riscos operacionais: como mitigá-los em cada modelo
- Como avaliar fornecedores de locação corporativa
- FAQ — Alugar tablets e compra: dúvidas frequentes
- Hora de decidir: leve, flexível e do seu tamanho
O ponto de partida: qual é o seu cenário hoje
Antes de discutir formato de aquisição, vale olhar para o uso real. O tablet precisa rodar coleta de dados em campo? Vai servir como PDV móvel em loja? É uma solução para educação corporativa? Vai atender um pico de demanda de 3 meses? Ou será parte fixa da operação por anos?
Dependendo dessa resposta, a régua muda. Em projetos sazonais, alugar tablets tende a reduzir custo e logística.
Em uso contínuo, comprar pode parecer óbvio, mas só se a empresa aceitar gerenciar atualização, estoque, manutenção, perdas e padronização ao longo do tempo.
O que define a escolha na prática
- Horizonte de uso (curto, médio ou longo prazo).
- Tamanho do parque (10, 100, 1.000 unidades).
- Exigências de segurança (MDM, perfis de acesso, rastreio).
- Ritmo de trocas e atualizações (ciclo de hardware/OS).
- Logística (implantação, reposição, garantia, SLA).
- Sazonalidade e incerteza de demanda.
Esse diagnóstico organiza a conversa e evita decisões baseadas só em preço de vitrine.
Comprar x alugar tablets: quadro mental para decidir
Uma maneira simples de comparar é separar CAPEX (compra) e OPEX (locação). Na compra, você imobiliza capital, carrega depreciação e assume toda a operação.
Na locação, transforma custo fixo em variável, ajusta o parque conforme a demanda e terceiriza parte da complexidade (configuração, manutenção, troca, logística).
Quando comprar tende a fazer sentido
- Uso contínuo por 3–4 anos, com pouca variação de volume.
- Equipe de TI com MDM já maduro e processos de manutenção.
- Cenário financeiro que prefere CAPEX por estratégia de balanço.
- Ambientes com baixo risco de perda/avaria e uso estável de apps.
Quando alugar tablets costuma ganhar
- Projetos sazonais (eventos, pesquisas, auditorias, picos de vendas).
- Operações com demanda variável por praça, mês ou campanha.
- Times que precisam de padronização rápida (apps, perfis, restrições).
- Necessidade de SLA de reposição e swap em campo.
- Empresas que não querem imobilizar capital nem gerir estoque técnico.
Não existe solução única. A boa decisão combina números com a realidade da operação.
TCO: o custo total que decide o jogo
Comparar apenas o preço do equipamento novo costuma enganar. Coloque na conta tudo que aparece após a primeira semana.
O que entra no TCO da compra
- Aquisição do hardware e acessórios (capas, películas, docks).
- Softwares e licenças (MDM, antivírus, apps pagos).
- Mão de obra de configuração, padronização e testes.
- Logística de implantação, envio, devolução e estoque de frio.
- Manutenção, garantia estendida e peças.
- Reposição por perdas, furtos e avarias.
- Atualizações de sistema e compatibilidade de apps.
- Desvalorização e revenda (se houver mercado e processo).
O que entra no TCO da locação
- Mensalidade por dispositivo (combinada com fornecedor).
- Serviços inclusos: MDM/gestão, configuração padrão, imagens, apps.
- SLA de troca (swap), suporte e logística bidirecional.
- Ajuste de parque (scale up/down) sem custo de ociosidade.
Quando você soma tudo, o aluguel de tablets pode sair mais barato, especialmente em cenários com variabilidade, alto giro, exigência de padronização e prazos curtos.
Padronização, MDM e segurança: onde a locação brilha
Gerenciar 15 tablets é uma coisa; gerenciar 500 é outra. Sem MDM (Mobile Device Management) e política de perfis, o parque vira um mosaico difícil de manter.
Na locação corporativa, o MDM costuma vir pronto: perfis, restrições de apps, atualização remota, geolocalização e bloqueio em caso de perda. Isso reduz dispersão e mantém a conformidade.
Alugar tablets com MDM: ganhos práticos
- Zero-touch: o equipamento já chega com tudo instalado e restrito.
- Atualização remota: sem recolher unidade a unidade.
- Rastreio e bloqueio: controle em incidentes.
- Perfis por área: comercial, logística, eventos, treinamento.
Na compra, você pode ter o mesmo arranjo, desde que implemente e sustente a disciplina. Na locação, ele vem “de fábrica”.
Logística, manutenção e SLA
Um parque vivo precisa de reposição rápida, peças, firmware na mesma versão e canal único para resolver.
Em eventos, por exemplo, cada hora de tablet parado custa. Em campo, um PDV travado vira fila. Isso afeta receita e imagem.
O que observar no fornecedor
- Tempo de entrega inicial e de reposições (SLA real).
- Estoque de backup e swap em caso de avaria.
- Cobertura logística por região (capitais, interior, outros estados).
- Canal de suporte (horário comercial, plantão, status).
- Processo de retorno e recomissionamento pós-projeto.
A Uniir, por exemplo, trabalha com CNPJ e oferece entrega em até 6 horas na cidade de São Paulo e até 48 horas em outras regiões, mediante aprovação de orçamento.
Além da velocidade, o diferencial está em enviar tudo padronizado, com apps e perfis definidos, e opcional de linhas de dados/voz corporativas para quem precisa do pacote completo.
Sazonalidade: o caso clássico de alugar tablets
Se sua demanda respira por picos, como Black Friday, Dia das Mães, Natal, turnos extras em fábricas, pesquisas trimestrais, auditorias, eventos, a tendência é clara: alugar tablets elimina ocioso e tempo gasto com compra, cadastro patrimonial, tributação e revenda posterior.
Você contrata 60 dias, usa e devolve. No próximo pico, reativa, ajusta a quantidade e segue.
Exemplos
- Varejo: reforço de PDV, estoque, prateleira infinita.
- Logística: inventário, WMS mobile, conferência de carga.
- Marketing e eventos: cadastro, check-in, pesquisa NPS.
- Educação corporativa: trilhas de curto prazo e onboarding.
- Saúde: triagens temporárias, campanhas, testes-piloto.
Em todos, o custo acompanha o projeto e não fica parando no almoxarifado.
Longo prazo: quando a compra ainda é boa
Se a operação é estável, com 100 tablets permanentes dentro de uma planta fabril, mesmo app, mesmo ambiente e baixo índice de avarias, comprar pode ser eficiente.
Ainda assim, dois cuidados fazem diferença: planejar o ciclo de atualização (para não virar patchwork) e precificar o custo oculto de manter peças, equipe e processos. Ter uma reserva técnica saudável e um MDM bem gerido evita paradas longas.
Como evitar surpresas na compra
- Alinhe roadmap de OS e compatibilidade de apps.
- Documente imagem padrão e processo de atualização.
- Garanta estoque de peças e unidades de contingência.
- Tenha política de devolução para desligamentos/transferências.
Compra funciona, desde que você aceite ser, de fato, também uma “pequena locadora interna” com todas as responsabilidades.
Acessórios e conectividade: parte da conta, não detalhe
Capas, películas, suportes de mesa, leitores de cartão, teclados, canetas, carregadores multiportas, carrinhos de carga… tudo isso entra no TCO.
O mesmo vale para conectividade: Wi-Fi, 4G/5G com chips corporativos e roteadores para redundância em campo.
Em locação, é comum concentrar isso no mesmo fornecedor, o que diminui risco de incompatibilidade e acelera implantação.
Alugar tablets com linha de dados
Há cenários em que a conectividade é crítica (e descentralizada). Com a Uniir, além do tablet, é possível contratar linha de dados corporativa na mesma contratação, com controle central e entrega já com SIM instalado, útil para times em rota, conferência de estoque em loja satélite e operações sem Wi-Fi confiável.

Padronização por perfil: TI agradece
Um ganho pouco visível, mas enorme, é a padronização. Em compras pulverizadas, é comum cada setor adquirir um modelo, o que complica suporte.
Ao alugar tablets, você define um catálogo curto (ex.: “Tablet A para eventos; Tablet B para PDV”), com imagens e perfis fechados. Isso reduz tempo de diagnóstico, troca e treinamento.
Alugar tablets por perfis de uso
- Eventos: bloqueio de loja de apps, brilho no máximo, leitor QR ativo, navegação restrita.
- PDV: integração com periféricos, quiosco, política de cache e impressão.
- Coleta de dados: formulários offline, sincronização, GPS ligado.
Tudo isso pode ser empacotado de antemão e reaplicado em minutos.
Riscos operacionais: como mitigá-los em cada modelo
Perdas e avarias acontecem. Em compra, o impacto é direto no ativo e no tempo de reposição.
Em locação, você precisa de um contrato com regras claras: o que é coberto, em quanto tempo vem o swap, como é feito o laudo e o que acontece nos casos fora de escopo. Transparência evita divergências.
Boas práticas contratuais
- SLA de entrega, swap e atendimento definidos.
- Escopo de configuração e MDM por perfil.
- Política de perda e dano documentada.
- Processo de inventário e devolução padronizado.
Como avaliar fornecedores de locação corporativa
Não olhe só o preço mensal. Avalie capacidade de execução.
- Prazo real de entrega e swap.
- Cobertura geográfica e logística reversa.
- Padronização/MDM inclusos (e quais recursos).
- Opção de linhas (dados/voz) e roteadores.
- Suporte (horário, canal, tratativa).
- Qualidade do parque (modelos, estado, garantia).
A Uniir atende somente CNPJ (não atende MEI/PF), opera com entrega em até 6 horas na cidade de São Paulo e até 48 horas em outras regiões (após aprovação), envia os tablets já configurados com os aplicativos do cliente, oferece padronização por perfil, integra linhas corporativas quando necessário e mantém suporte em horário comercial para o dia a dia.
FAQ — Alugar tablets e compra: dúvidas frequentes
1) O que costuma pesar mais: preço por unidade ou custo total?
O custo total. Além do tablet em si, entram logística, configuração, MDM, manutenção, perdas e tempo de equipe. Projetos com variação de demanda e prazos curtos tendem a favorecer alugar tablets; uso estável e de longo prazo pode favorecer compra, se houver disciplina de gestão.
2) É possível padronizar tudo mesmo alugando?
Sim. A locação corporativa trabalha com imagens, perfis e MDM. Os tablets chegam já com apps, políticas e restrições definidas. Em caso de troca, o padrão se mantém.
3) O que acontece se um tablet quebrar em operação?
No modelo de locação, acione o SLA de swap. O fornecedor envia a unidade de substituição conforme contrato. Em compra, a empresa ativa garantia/assistência e usa o estoque de contingência até o conserto.
4) Como ficam linhas de dados em campo?
Você pode contratar linhas corporativas junto com a locação (caso da Uniir) ou usar seu próprio parque de chips. O importante é centralizar controle e evitar múltiplos fornecedores sem visibilidade.
5) E se a demanda crescer de repente?
Locação permite scale up rápido, desde que previsto em contrato e com disponibilidade de modelos idênticos. Em compra, a empresa precisa comprar novo lote e repetir todo o processo de configuração e padronização.
Hora de decidir: leve, flexível e do seu tamanho
No fim, a melhor escolha é a que respeita o seu contexto. Comprar funciona quando o uso é estável, a TI tem processo maduro e a empresa quer carregar o ativo.
Alugar tablets faz mais sentido quando a demanda pulsa por projetos, quando o tempo é determinante, quando a padronização precisa nascer pronta e quando flexibilidade vale mais que posse.
Se o seu cenário pede ritmo, rapidez e escala, a Uniir ajuda a transformar necessidades em operação: tablets padronizados, com MDM, apps e, se você quiser, linhas corporativas, entregues no prazo que o negócio exige.
Quer tirar a dúvida na prática? Faça um piloto. Defina 30 dias, escolha um time, rode o caso de uso e meça tempo, atrito e custo. Este artigo foi escrito em parceria com a agência Next4 Marketing Digital.
Espero que o conteúdo sobre Comprar ou alugar tablets: qual vale mais a pena? tenha sido de grande valia, separamos para você outros tão bom quanto na categoria Blog

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