Terapia - Como escolher a melhor abordagem para o meu caso?

Quando uma pessoa decide iniciar um processo terapêutico, surgem muitas dúvidas — e uma das principais é: qual abordagem escolher?
Essa decisão pode impactar diretamente nos resultados do tratamento, por isso é essencial entender que nem toda linha terapêutica funciona da mesma forma para todos os casos.

Neste artigo, você vai conhecer algumas das abordagens mais utilizadas, suas indicações principais e quando considerar uma alternativa mais profunda, como a Terapia de Somatização do Trauma (TST).


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Por que escolher bem a abordagem terapêutica?

A escolha da terapia ideal influencia na velocidade, profundidade e permanência dos resultados.
Se você já tentou alguma abordagem e não sentiu melhora significativa, pode ser que o método escolhido não tenha acessado a raiz do problema, mas apenas lidado com os sintomas de forma superficial.


Abordagens terapêuticas mais conhecidas e suas indicações

1. Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC)

Focada na identificação e reestruturação de pensamentos e comportamentos disfuncionais.
Mais indicada para: ansiedade, depressão, fobias, transtornos alimentares e compulsões.
Atua no nível cognitivo e comportamental.

2. Psicanálise

Trabalha com o inconsciente e a interpretação de símbolos, sonhos e memórias da infância.
Mais indicada para: questões profundas de identidade, autoestima, conflitos internos e autoconhecimento.
É um processo de médio a longo prazo.

3. Gestalt-terapia

Foca no aqui e agora, na experiência presente e na autorresponsabilidade.
Mais indicada para: dificuldades de relacionamento, tomada de decisão e processos de mudança.
Estimula o contato com emoções e sensações no momento atual.


E quando nada parece funcionar?

Muitas pessoas passam por mais de uma abordagem sem perceber mudanças duradouras. Ou até melhoram por um tempo, mas depois voltam a sentir os mesmos sintomas.

Nesses casos, pode haver um fator mais profundo envolvido: a traumatização.


Terapia de Somatização do Trauma (TST): indo direto à raiz

A Terapia de Somatização do Trauma, desenvolvida por Danielli Malini, é uma abordagem inovadora que trabalha de forma integrada corpo, mente, emoções e instintos.

Essa terapia reconhece que muitos sintomas emocionais — como ansiedade persistente, crises de pânico, autossabotagem, compulsões, baixa autoestima crônica, ciclos repetitivos, questões com sexualidade, e outros — podem ser expressões somatizadas de experiências traumáticas que ficaram registradas no corpo.

Quando considerar a TST?

  • Se você vive repetindo padrões de comportamento, relacionamentos ou resultados, mesmo após terapia.
  • Se sente que algo mais profundo te bloqueia, mas não consegue acessar verbalmente.
  • Se já passou por várias terapias e, ainda assim, os sintomas retornam com o tempo.
  • Se convive com dores físicas crônicas sem explicação médica, como fibromialgia, dores de cabeça ou tensões musculares constantes.
  • Se sua história de vida inclui situações de abandono, negligência, abuso, violência, vícios ou perdas precoces.

A TST atua diretamente nesses registros somáticos, promovendo liberação emocional, ressignificação e reorganização neurológica e fisiológica. É uma abordagem especialmente eficaz em casos de trauma emocional, trauma de desenvolvimento e experiências impactantes não elaboradas.


Como saber se a Terapia de Somatização do Trauma é para você?

Se você se identifica com alguns dos pontos mencionados acima, vale conhecer mais sobre essa abordagem.
No site oficial da idealizadora da TST, Danielli Malini, você encontra informações detalhadas sobre a metodologia, formação profissional e atendimentos:

👉 Acesse: www.daniellimalini.com.br


Conclusão: a melhor abordagem é a que alcança você por inteiro

Cada pessoa é única — e seu processo de cura também deve ser.
Se você busca uma terapia que vá além da mente racional e que integre o corpo, as emoções e sua história de vida como um todo, considere a Terapia de Somatização do Trauma como uma opção potente, especialmente para quem já tentou de tudo e ainda sente que algo está travado.

Afinal, o que não é dito pela mente, o corpo acaba expressando. E curar o trauma exige um olhar mais profundo, sensível e integrado.

Espero que o conteúdo sobre Terapia - Como escolher a melhor abordagem para o meu caso? tenha sido de grande valia, separamos para você outros tão bom quanto na categoria Beleza e Saúde

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